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Itabuna corre grande risco de epidemia de chikungunya em 2017

“Itabuna corre o risco de ter epidemia de chikungunya no próximo verão”, alertou o secretário municipal de Saúde, Paulo Bicalho, com base não apenas no número de criadouros em residências em vários bairros da cidade, mas, também, pelo alerta e anúncio de novas ações pelo Ministério da Saúde (MS) em função de novos casos da doença, provocada pelo Aedes aegypti.


 Só no bairro Novo Horizonte, por exemplo, foi registrada a maior concentração das larvas do mosquito, acima de 56%, segundo o último Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa).
A preocupação do secretário de Saúde faz sentindo e não pode ser minimizada. Segundo explicou a chikungunya ainda não tem cura, é uma doença que atinge todas as faixas etárias e tem como sintomas principais febre e dores intensas nas articulações de pés e mãos, dedos, tornozelos e pulsos, etc. 
“A preocupação aumenta quando a vítima da doença tem histórico de artrite, artrose e outras patologias semelhantes, o que pode tornar a pessoa incapacitada em suas atividades diárias e, principalmente, para o trabalho quando se trata de empregado”, disse.  
Paulo Bicalho informou ainda que a preocupação com uma possível epidemia da chikungunya no país é tanta que levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a autorizar o laboratório Bahiafarma a realizar o teste rápido da doença no estado. Segundo o secretário o exame é inédito no país e permite a detecção da febre chikungunya, apenas com algumas gotas de sangue. Só que ainda não está disponível na rede pública de saúde da Bahia. 
A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou que a aquisição do produto por parte da instituição está em fase de análise. Este ano a Bahia registrou, até agosto, quase 47 mil casos suspeitos de chikungunya e, dos 315 municípios que registraram a doença, Itabuna se destaca pela concentração de mais de 41% das notificações.
Governo Federal também lançou uma força-tarefa nacional na semana passada, envolvendo ministérios, Forças Armadas, estados e municípios para o combate ao mosquito transmissor das arboviroses.  Dados do MS indicam que o país conta hoje com quase 500 mil agentes atuando no combate aos focos de reprodução do Aedes aegypti.
“Os governos federal, estadual e municipal e as famílias precisam mais do que nunca se unir, cada um fazendo sua parte para que possamos combater o mosquito e consequentemente as arboviroses que ameaçam o verão de 2017”, reforçou o secretário Paulo Bicalho.

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