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Itabuna- “AMIGAS DO BASE”, SONHO QUE SE SONHA JUNTO

Numa noite de muita emoção, sensibilidade, determinação e regada, sobretudo, pelo ingrediente principal (solidariedade), cerca de 200 pessoas, autoridades políticas, líderes comunitários, empresários e representantes da sociedade civil reuniram-se na quarta-feira (6), na sede social da União dos Servidores Municipais de Itabuna (USEMI) para o lançamento do projeto “Amigas do Base”, um grupo de senhoras benfeitoras que estarão associadas em torno do objetivo de ajudar a melhorar as condições de atendimento e dos serviços prestados no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM).
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A ideia, segundo aponta a secretária municipal de Governo, Maria Alice Pereira, uma das entusiastas da iniciativa, “é a de criar no âmbito do hospital algo parecido com o que já acontece na Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, com as irmãs auxiliadoras”, explicou a secretária, que esteve acompanhada ainda do prefeito Fernando Gomes.

 O prefeito parabenizou as idealizadoras pela iniciativa, rememorou a história do hospital e as dificuldades para torná-lo possível, numa história que se iniciou há 20 anos. “Hoje, temos em Itabuna uma instituição que atende a todo mundo daqui de Itabuna e de toda a nossa região. Não tem como negar a importância do Hospital de Base para a nossa cidade. Então, temos agora um grupo que é tão importante que o hospital, que é o das Amigas do Hospital de Base, que estava precisando”, apontou Gomes.


No evento de lançamento, que contou com a adesão e a inscrição direta de associadas, foram traçados os primeiros pontos de ações iniciais. “Os esforços estarão se concentrando na venda do avental com a logomarca do grupo, compra de lençóis e fronhas e organização de um evento ainda maior para aumentarmos a quantidade de integrantes”, explicou Sônia Borges, uma das organizadoras.

Nos próximos dias, o grupo estará procedendo a sua primeira visita, já como grupo organizado de ação civil, às dependências do hospital, assim como a organização de um evento ainda maior para inscrição de novas voluntárias, venda de artigos e angariação de fundos para campanhas (aquisição de gêneros). “Nossa expectativa é de que tenhamos, pelo menos, 250 senhoras no grupo”, completou Maria Alice, otimista.

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