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Empresários conclamam o Poder Público pelo ordenamento dos Camelôs no Centro de Itabuna

  A presença de camelôs é uma realidade no centro de Itabuna, mas, nos últimos meses, tem aumentado a quantidade de barracas improvisadas que ocupam as calçadas das lojas, com produtos diversos, desde alimentos até vestuário. Entre os empresários a insatisfação é grande pela desorganização, que provoca aglomeração e uma concorrência desleal com os estabelecimentos que pagam impostos.

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            O diretor secretário do Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista do Comércio de Itabuna - Sindicom, José Adauto declarou que houve um aumento do número de vendedores ambulantes nos últimos meses. O problema maior, segundo ele, acontece nas imediações da praça Adami e no Calçadão da Rui Barbosa, onde é grande a quantidade de barracas montadas para a comercialização desordenada de produtos diversos.

“Acredito que com o fim do Auxílio Emergencial, muitas pessoas se deslocaram para o centro da cidade na tentativa de garantir o sustento familiar. Mas, está sem controle, as pessoas estão se aglomerando nas calçadas, sem contar a sujeira que fica ao fim do expediente comercial. Isso desorganiza o comércio, é uma concorrência injusta para nós empresários. É um problema que a prefeitura precisa resolver”.

          O presidente do Sindicom, Rolemberg Macedo, lembrou que foi inaugurado o Shopping Popular no ano passado, onde foi reservado para o funcionamento do comércio informal. Mesmo assim, o empresário explica que os ambulantes se instalam nas calçadas e nos estacionamentos, tornando o espaço intransitável e provocando aglomeração. "Nós conclamamos ao Poder Público que promova a reorganização do comércio informal, realocando-os no Shopping Popular. Tem muita gente de fora, vindo de outras cidades para comercializar por aqui. Isso precisa ser fiscalizado”.

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