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CES cobra ao Ministério de Saúde vacinas para aplicação em crianças de 3 a 5 anos


O Conselho Estadual de Saúde, órgão que delibera e fiscaliza o SUS, cobra ao Ministério da Saúde vacinas contra a covid-19 para aplicação em crianças de 3 a 5 anos e transparência nas orientações e nos dados referentes às doses existentes da vacina. A vacinação com Coronavac foi liberada pelo MS na última sexta-feira (15), após a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovar o uso emergencial do imunizante para essa faixa etária.

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Diante dessa liberação, cada município desenvolveu uma ação para aplicação da vacina, porém, foi só na terça-feira (19) que o Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica informando as orientações do Programa Nacional de Imunizações para vacinação deste público infantil, o que acarreta em uma reformulação no esquema de vacinação, que já foi iniciado em alguns municípios baianos, entre eles, Salvador e Camaçari. Esse tempo de reformulação pode acarretar no atraso da vacinação.

 

Marcos Sampaio, presidente do Conselho Estadual da Saúde, afirma que a morosidade do ministério é uma demonstração de ausência de prioridade com a prevenção à saúde das crianças. 

 

“O Ministério da Saúde divulgou tardiamente essa nota técnica. Os municípios precisam de informações claras para que haja uma organização com o esquema de vacinação e precisam da certeza de que haverá vacinas suficientes para atender a demanda”, diz.

 

Na visão de Sampaio, o Ministério da Saúde apostou na desistência das pessoas que estão sem completar o ciclo vacinal, ao invés de enviar novas remessas da vacina pra aplicação em todas as crianças. “Não existe vacinas sobrando, o que realmente existe são as vacinas que deveriam ser aplicadas nos faltosos”, defende.

 

O Ministério da saúde recomendou que a vacina CoronaVac seja destinada inicialmente apenas para crianças entre 3 e 4 anos de idade e que a vacinação ocorra de forma gradual para todas as crianças imunocomprometidas de 3 e 4 anos de idade, seguida pelas faixas etárias de 4 e depois 3 anos de idade. Já as crianças a partir de 5 anos de idade, deverão ser vacinadas com a vacina Pfizer, nos esquemas já recomendados.

 

Além dessas exigências citadas acima, o CES também solicita o cronograma de novas remessas, a disponibilização dos contratos assinados que garantem a entrega de novas doses e o prazo para recebimento dessas doses.


Segundo o presidente do CES-BA, os estados e municípios têm cumprido o seu papel na execução da vacinação. “Esse formato do Ministério em não dar garantia e nem trazer a transparência dos dados é uma perversidade. Os estados e municípios precisam lidar com a suposta falta da vacina e da garantia de novos imunizantes para essa faixa etária, que está aguardando há 3 anos para se vacinar”. 

O CES, instituição que é sobretudo uma instância de representação dos usuários do sistema público de saúde, cumprindo o seu compromisso de fiscalizar a saúde no estado, encaminhará um ofício cobrando ao Ministério da Saúde a garantia e um cronograma de envio de novas doses.

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