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De acordo com o coordenador de Projetos da Santa Casa, Danilo Itaparica, os três hospitais tinham dificuldades de fazer procedimentos por falta de enxoval hospitalar, o que inclui conjuntos privativos que são pijamas e lençóis para forrar os leitos. “A falta desse material impacta diretamente na operação dos hospitais”, afirmou.
A expectativa é a de que até o final do ano sejam entregues 1.500 peças para as unidades da Santa Casa, de acordo com o coordenador. Ele afirma que a acolhida aos pacientes melhorou após a parceria com a Escola Profissionalizante. Isto porque as peças são entregues diariamente.
“Estamos conseguindo atender muito bem. Como o projeto começou agora, ainda temos alguns problemas pontuais, mas a oferta melhorou bastante ", comemora o Coordenador de Projetos da SCMI.
Ele falou ainda que antes o enxoval hospitalar era comprado e o valor era considerado exorbitante. “Com a união Santa Casa e Prefeitura de Itabuna os custos reduziram bastante”, acrescentou.
MATRÍCULAS
A Escola Profissionalizante inicia matrículas nesta quarta-feira, dia 22, das 8 às 15h, para o segundo semestre. As inscrições seguem até o dia 23 e ao todo são oferecidas vagas em 15 cursos. Para se inscrever é necessário levar RG, CPF e comprovante de residência.
Nesse semestre, a novidade é o curso de Doula que qualifica pessoas para acompanhar gestantes durante a gravidez, o parto e o pós-parto. Para esse curso serão oferecidas 20 vagas. Entre os cursos mais procurados estão Unha em Gel, Corte e Costura, Micropigmentação e Barbeiro.
A Escola Profissionalizante é a única que oferece qualificação gratuita na Bahia. “No primeiro semestre do ano chegamos a inserir mil pessoas no mercado de trabalho, o que representa geração de renda e mudança de vida de cada um dos concluintes”, comentou o secretário de Promoção Social e Combate a Pobreza, Erasmo Ávila, durante entrevista ao jornalista Oziel Aragão do programa Conexão Morena.
Agora a expectativa é a de que cerca de 800 pessoas se inscrevam para o segundo semestre, o que em muito ampliará o número de pessoas formadas e inseridas no mercado de trabalho até o final do ano.
“Viemos de um histórico de 250 certificados anuais, mas conseguimos mudar essa realidade”, comemora o diretor da Escola Profissionalizante Maria de Lourdes Monteiro, Sandro Matos.
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