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Em Ilhéus, Global Stone Congress 2018 debate rochas ornamentais no mundo

Debater o uso histórico e contemporâneo das rochas ornamentais na arquitetura no mundo, discutir sobre os desafios encontrados pela indústria do setor que visa promover cooperação técnica internacional, por meio de parcerias em pesquisa, inovação e desenvolvimento sustentável. 


Essa é a agenda do Global Stone Congress 2018, evento organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais (ABIROCHAS) e pelo Centro de Tecnologia Mineral (CETEM), cuja abertura ocorreu nesta quinta-feira (26) a noite, no Teatro Municipal de Ilhéus e segue até o dia 29 de abril no Jardim Atlântico Beach Resort, zona sul do município. O Global Stone Congress 2018 é voltado para arquitetos, engenheiros, geólogos, designers e estudantes universitário e objetiva compartilhar conhecimentos e divulgar os avanços do setor de rochas ornamentais.
Para abrir o evento, um concerto especial de música instrumental executado pelo Bahia Brass – Quinteto de Metais, grupo pertencentes aos Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (NEOJIBA). Segundo os organizadores, a cidade de Ilhéus é reconhecida pela riqueza de belezas naturais e por pertencer à região Nordeste, que é hoje a segunda região produtora de rochas ornamentais do Brasil com destaque na produção granitos e limestones. No congresso, representantes de instituições de pesquisa e ensino e centros tecnológicos; fabricantes e fornecedores de máquinas, equipamentos e insumos; mineradores, serradores, marmoristas, especificadores de revestimentos e operadores logísticos; profissionais de comércio exterior, gestores de comunicação, consultores jurídicos especializados.
Acompanhado do vice-prefeito, José Nazal Pacheco Soub e de autoridades políticas e ligadas ao setor da indústria, o prefeito Mário Alexandre ressaltou o significado de uma cidade como Ilhéus receber um evento de tamanha importância no cenário mundial. Ele argumenta que “o Brasil, o Nordeste e a Bahia em especial, tem um relevante papel na produção industrial, na transferência de tecnologia e na economia criativa”. Além disso, acrescenta o gestor “vem se destacando no setor de pedras ornamentais, o que vem atraindo pesquisadores do mundo inteiro. Isso gera emprego na indústria de cerâmica, porcelanato, vidro, cimento e da indústria eletroeletrônica através dos minerais decorativos”.
Antes de palestrar sobre o tema “Connecting minds in the world of stone”, o presidente da ABIROCHAS, Reinaldo Dantas Sampaio, disse que realizar um evento como este em Ilhéus, é motivo de honra para os organizadores. “A cidade é linda e possui capacidade para abrigar outros eventos internacionais. Por sua vez, o Estado da Bahia tem um potencial geológico incomensurável para o desenvolvimento do setor de rochas ornamentais”, pontuou. Se no futuro breve, viermos a ter em Ilhéus, um complexo logístico FIOL – Porto Sul, uma Zona de Processamento e Exportação (ZPE) e um aeroporto com logística industrial, cria-se aí as condições fundamentais para atração dos investimentos”.
Trabalhos – Na avaliação de Dantas, a implantação do complexo é estratégica para que a Bahia, que já se posiciona como um grande produtor de rochas, se torne uma das principais bases da industrialização de rocha ornamental no Brasil e no mundo. “Durante o congresso, pesquisadores brasileiros e estrangeiros estarão trazendo trabalhos científicos por meio de posters, explicando nos diversos campos da cadeia produtiva, estudos sobre aspectos técnicos da mineração em determinados ambientes geológicos, estudos de beneficiamento, estudos de aplicação da rocha e estudos da preservação de rocha nas construções”, explicou.
Posição crescente – O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Antônio Ricardo Alvarez Alban, registrou que, “apesar de a Bahia ter recebido alguns investimentos nos últimos tempos, estamos sofrendo, no Brasil, um processo de desindustrialização, ao contrário de outros países em desenvolvimento como a China. Contudo, enxergamos uma luz no fim do túnel. Quanto mais incorporarmos conhecimento técnico-científico a nossa indústria, estaremos garantindo uma posição crescente, inclusive a industrialização voltada para rocha ornamental como elemento de revestimento na arquitetura mundial”, acredita.
Com pouco mais de 10 anos de história, o Global Stone Congress testemunhou diversas mudanças no setor de rochas ornamentais, assistiu o crescimento da produção mundial e do comércio internacional, bem como o deslocamento das atividades de lavra e beneficiamento para países extraeuropeus.
O evento contou ainda com a presença do diretor do CETEM, Fernando Antônio Freitas Lins; representando o governador da Bahia, Rui Costa, o diretor da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Rafael Avena Neto; representando o secretário de Geologia e Mineração do Ministério de Minas e Energia, Vicente Lobo, o chefe de gabinete da SGM/MME, Frederico Bedran Oliveira; o diretor de Desenvolvimento Industrial e Mineração da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Ricardo Eugênio Porto Vieira; a coordenadora de Mineração da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Ana Cristina Franco Magalhães; a gestora do Projeto Brasil Original Stones da ABIROCHAS em parceria com a APEX Brasil, Márcia Gomide; o diretor do SINCOCIMO do Estado do Rio de Janeiro, Armando de Souza; o vice-presidente da ABIROCHAS, Marcos Regis; o diretor do SINROCHAS de Minas Gerais, Eduardo Carvalho Felix; o presidente do SINDPARAÍBA, Antônio Fernando Holanda; o representante da ABIROCHAS do Ceará, Geraldo Silvério dos Santos; o presidente do SIMAGRAN-BA, Carlos Alberto de Araújo; o presidente do SINDIROCHAS do Espírito Santo, Tales Pena Machado; o presidente do SIMAGRAN Paraná, José Georgevan Gomes de Araújo.

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