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Ilhéus- Prefeitura e Detran assinam termo de cooperação técnica para abertura da escola pública de trânsito

O prefeito Mário Alexandre e o diretor do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Lúcio Gomes Pereira, assinaram termo de cooperação técnica para a abertura da Escola Pública de Trânsito de Ilhéus (Eptran), na quinta-feira (4), durante solenidade realizada no auditório do Centro Administrativo, com a participação do vereador Nerival Reis. 
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Também são signatários do documento, o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Rubenilton Silva; o diretor municipal de Trânsito, Gilson Nascimento e o coordenador de Segurança e Educação para o Trânsito, Antonio Santos.

Na Eptran, serão ministrados cursos para mototaxistas, condutores do transporte escolar e para a obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Social gratuita. O curso para os mototaxistas é um pré-requisito para regulamentação da atividade no município. Segundo Gilson Nascimento, serão oferecidas cerca de 350 vagas, a depender das inscrições que o Detran irá disponibilizar, com custo zero.

Segurança - O prefeito destacou o avanço da iniciativa para a qualificação do trânsito em Ilhéus. “Com a capacitação, a população terá um atendimento padronizado e profissional, oferecido por mototaxistas atualizados, de acordo com as normas prescritas no Código de Transito Nacional. O aperfeiçoamento possibilitará ainda a redução do número de acidentes”, enfatizou.

O presidente do Sindicato dos Agentes de Trânsito da Bahia (sindatran), Valério Bonfim disse que essa é uma luta de mais de uma década. “São profissionais, pais e mães de família que trabalham na ilegalidade. E, por causa disso, existe a invasão daqueles que não estão com o mesmo propósito, e usam o serviço de mototaxi pra cometer assaltos e outros atos ilícitos”.
O presidente do Sindmotosul, Adilson Oliveira, também realçou o avanço para a categoria e a contribuição para a segurança dos usuários do serviço de mototaxi. “Isso é uma conquista da gente. O curso é para vermos quem está de fato qualificado a trabalhar. Não pode ser qualquer pessoa para atender o público. Com a legalização, poderemos distanciar as pessoas que estão no meio só para ganhar dinheiro, mas não oferece um serviço de qualidade”, explicou.

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