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Evento online debateu formas de combate ao trabalho escravo no Sul da Bahia

Promovido pelo Instituto Sorria, o evento virtual desta sexta-feira (08), discutiu conhecimentos sobre ferramentas de informação e combate à escravidão moderna no país. Os palestrantes foram a psicóloga Eliane Oliveira e o advogado Jorge Latrilha e contou com a participação de servidores públicos, profissionais liberais e representantes sindicais. A psicóloga, Eliane Oliveira, afirmou que as condições do trabalho escravo ocorrem junto às tentativas de silenciamento e invisibilidade. “Com a saúde mental e emocional seriamente comprometida, por conta do trabalho exaustivo, perdem a identidade, dificultando o resgate.”

(Saiba Tudo, Click Abaixo)



Para o advogado Jorge Latrilha, embora a Constituição Brasileira proíba o trabalho escravo em todas as suas formas, ela é comum em muitos pontos da Bahia. “Essa realidade, de condição degradante do trabalho, se traduz em crime contra os Direitos Humanos, além de ser uma ofensa à democracia, revela uma raiz de natureza econômica, com reflexos sociais e políticos.” disse.

O presidente do Instituto, Jacson Cardoso Chagas, agradeceu a presença de todos e lembrou que mesmo durante a pandemia, o Observatório continuou realizando suas atividades e apurando denúncias.

“Essa palestra pôde acontecer num ambiente virtual, assim como também o digital nos auxilia no desenvolvimento do nosso trabalho, por meio do site, aplicativo de denúncias e WhatsApp. Temos sido parceiros de várias atividades, como no Projeto Vida Saudável, realizado no Clube dos Comerciários, além de realizar doações às entidades da cidade, como na parceria com o amigo solidário Wenceslau. Tudo isso é muito positivo.” disse.

A palestra é parte das atividades do Observatório Social, projeto do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), realizado pelo Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad), em parceria com o Instituto Sorria, que identifica denúncias de trabalho escravo no sul da Bahia.

Uma das tarefas do Observatório é o atendimento às vítimas resgatadas, assegurando apoio especializado, garantindo seu encaminhamento às políticas públicas pertinentes.

Caso você desconfie de uma situação de trabalho escravo, pode denunciar anonimamente, pelo aplicativo, site www.institutosorria.org.br e WhatsApp (73 99856-8442).

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