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A CADA DIA CRESCE MAIS, O TRÁFICO DA PEDRA DO DIABO

drogas são encontradas facilmente durante as abordagens

Um bairro em crescimento e de pequena população em Itabuna vem mostrando um crescimento fora do normal no que se refere ao tráfico de drogas. Jardim Grapíuna, mais conhecido como “Favela do Bode”, é bem localizado, ficando próximo ao Centro Comercial, Estação Rodoviária, SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão) e do Hospital de Base. Porém, a polícia vem flagrando constantemente homens ligados a traficantes naquela localidade vendendo drogas a qualquer hora do dia.

Foto/Montagem: Xilindró Web

Nas últimas abordagens realizadas pela Polícia Militar já foram apreendidas mais de 100 pedras de crack e pequena quantidade maconha, além de prisões em flagrante.

Na noite de ontem 12, os policiais flagraram Fábio dos Santos Souza, o “Fábio Pitibul”, de 22 anos, com seis buchas grandes de maconha.

Já no último dia 11, por volta das 20 horas, a mesma guarnição prendeu em flagrante Joseph Cardoso Santos, de 20 anos, portando 28 pedras de crack e R$ 23,00. O mesmo é reincidente por tráfico e tentou enganar a polícia dizendo nome e a idade errada. Ele afirmou ter 17 anos.

Naquela mesma noite, a PM encontrou Weligton Ferreira Munis, de 31 anos, com três pedras de crack e R$ 19,00.

Maior apreensão na favela

Policiais militares conduzindo a viatura 1506 prenderam no dia sete a noite, José Carlos Jesus dos Santos o “Zé”, de 34 anos, e Gilvan Felix da Silva, de 42 anos, ambos flagrados próximo ao galinheiro da Favela do Bode. Com Zé foram encontradas 70 pedras de crack.

Os policiais que trabalham na área do bairro Jardim Grapiuna entende que o local é um ponto forte para venda de entorpecente pela localidade, pois está próximo a BR 101 e BR 415. “São vias de acesso para os usuários, todos os dias avistamos usuários de todos os tipos, com bom poder econômico e os mais pobres subindo para comprar drogas”, revela.

Segundo o policial, infelizmente a lei protege e muito o usuário de entorpecente, considerando ele um doente, “mas se não existissem os que compram, não existiriam os traficantes”, por esse motivo é feito diariamente o trabalho de “formiguinha” prendendo pequenos traficantes ou apenas os aviões (quem vende para os grandes do tráfico).

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