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Cresce procura pelo Núcleo de Treinamentos de Esportes Paraolímpicos

Aqui está um grande exemplo que poderia ser copiado por outras prefeituras.
Principalmente pela de ITABUNA.
Alô secretária MARINA e o secretário ALCÂNTARA.

Todas as terças e quintas-feiras, sempre das 13h30min às 17h30min, o ginásio de
esportes Herval Soledade sedia o Núcleo de Treinamentos de Esportes Paraolímpicos,
que vem ajudando a revelar talentos nas modalidades de goaball, basquete e handebol
em cadeira de rodas e futsal (para cegos).

Além de promover a inclusão através do
esporte e trazer mais qualidade de vida, a iniciativa tem o objetivo de desenvolver
na cidade atividades que venham fomentar a força brasileira na Paraolimpíada que
acontece em 2016, após a olimpíada no Rio de Janeiro. Qualquer pessoa com deficiência
maior de 14 anos pode participar.

Pessoas portadoras de deficiência também podem participar da modalidade atletismo,
cujos treinos acontecem todas as sextas-feiras, das 14 às 17h30min e na sede do 2º
Batalhão de Polícia Militar de Ilhéus, todas as segundas e sextas-feiras, onde acontecem
treinos com goaball e bocha. O projeto é desenvolvido pelo Departamento de Ciências
da Saúde e com parceria da Superintendência de Esportes de Ilhéus e da Secretaria de
Turismo. Inscrição e informações adicionais podem ser obtidas por meio dos telefones
(73) 3680-5168, pelo e-mail: [email protected] e no ginásio de esportes, no
turno vespertino, com os professores Josenilton ou Judson.

As atividades são monitoradas pelos professores Márcia Morel (do Núcleo Paraolímpico),
Joslei Viana (presidente do colegiado de Educação Física e da Sociedade Brasileira
de Atividade Motora Adaptada-Sobama) e Alberto Kruschewsky (superintendente
de Esportes de Ilhéus e professor na Uesc) e tem atraído um número maior de
participantes, a cada semana. “A procura tem sido grande e por isso o município tentar
viabilizar novas parcerias para que mais cadeiras adaptadas sejam disponibilizadas”. A
Uesc disponibilizou cadeiras de rodas próprias para a disputa do basquete paraolímpico
e a empresa de transportes São Miguel realiza o translado das cadeiras todas às terças e
quintas até o ginásio.

Visando 2016 - Segundo Alberto Kruschewsky, trata-se de uma primeira iniciativa no
interior do Brasil que visa as Olimpíadas Paraolímpicas de 2016. “Sendo assim, ela não
deve ficar restrita aos atletas. Serão disponibilizadas capacitações para árbitros e outros
profissionais imprescindíveis à realização dos jogos”. Outro objetivo do projeto é levar a
iniciativa até as escolas, fazendo com que alunos da rede pública, maiores de 14 anos,
portadores de algum tipo de deficiência e que estejam aptos para realizar alguma das
modalidades paraolímpicas oferecidas, tenham acesso a prática de esportes.

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