
Essa turma de tarados cibernéticos está dando uma lição de estética: quando cenas de nudez são para uso doméstico e pessoal, prevalecem a autoestima e certo refinamento. Mesmo que fora de foco.
Nada ofende se mostrado com delicadeza. Bem diferente das subcelebridades que se expõem de forma premeditada, mostrando partes íntimas e acessórios libidinosos em festas, palcos e lençóis. Um horror.

É um alerta, principalmente para adolescentes mais afoitos. Porque viraram mania vídeos de menores de idade transando em banheiros de escola ou promovendo orgias em horário de aula. É preciso algum critério, molecada!
Nem me escandalizo mais. Essa moda de se expor publicamente veio para ficar. É uma espécie de suicídio inconsciente ou um desejo mórbido de assassinar a própria sexualidade, explodindo-a em público.
Fazer o quê? É falta de discernimento, burrice, vadiagem. Tanto faz. É preciso talento também na hora de pagar mico. Afinal, são imagens que ficarão para sempre.
O que os hackers da Scarlett mostraram é que pode haver arte na invasão de privacidade. E que, quando não queremos nos expor, o corpo humano é de uma beleza comovente.
Jovens e candidatas a popozudas, deixem que suas intimidades venham a público pela mão de profissionais. Não se precipitem. Existem olhares ávidos, verdadeiros caçadores de talentos trabalhando por um mundo melhor. Gente que merece respeito.




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