O deputado Augusto Castro (PSDB) defendeu hoje, na Comissão Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação da Assembleia Legislativa, a manutenção da área do município de Ubatã. “A cidade está se reerguendo agora e perder território vai significar menos FPM e menos recursos para a Educação, entre outras perdas”, argumentou o parlamentar, que estava acompanhado do vice prefeito Wesley Faustino e do secretário de Administração Expedito Rigaud.
A comissão está analisando o relatório encaminhado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI, que aponta perda de território de Ubatã para os municípios de Ibirataia, Barra do Rocha e Ibirapitanga. Augusto pediu
na comissão, presidida elo deputado João Bonfim,
a anulação do relatório sob argumento de que a nova administração vem cuidando de todo o município.
A revisão dos limites territoriais está prevista na Lei nº 12.057, de 11 de janeiro de 2011, conhecida como “Lei João Bonfim”, e leva em conta quem está “cuidando” da área a ser modificada. A prefeitura nem mesmo sabe quanto Ubatã está ameaçada de perder em km² e em população. O vice-prefeito Wesley Faustino garante que pediu essas informações há três meses à
SEI mas ainda não obteve resposta.
Ele ressalta, contudo, que o município de Ubatã não pode ser penalizado pela instabilidade eleitoral e administrativa que viveu no período de 2009 a 2012, quando o vai e vem de cassações de mandatos fez com que tivesse nada menos que 14 prefeitos. “ A atual administração, nesses oito meses de mandato de Simeia Queiroz, já recuperou estradas, construiu escola e reformou outras escolas nessas áreas que estão no relatório do SEI”, destacou Faustino.


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