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Sec. de Saúde explica casos de meningite em Itabuna

         

 Ao contrário do divulgado em alguns veículos de imprensa, o caso da paciente M.B.S, 55 anos, residente no bairro Monte Cristo, diagnosticada com meningite bacteriana não há risco de contágio. A paciente está internada em uma enfermaria no Hospital de Base, com um quadro de saúde estável, mas ainda sem previsão de alta de acordo com o diretor clínico, o médico Egídio Feitosa. M.B.S. apresenta um quadro de meningite bacteriana e está sob medicação, com evolução favorável.

Um relatório dos Departamentos de Vigilância à Saúde e da Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde mostra que em Itabuna casos de meningite acontecem durante todo o ano. Este ano foram notificados
 13 casos suspeitos dos quais apenas 7 foram confirmados. Nenhum dos casos necessitou da realização de controle de comunicantes – pessoas residentes na mesma casa, colegas de escola, etc. –, porque as meningites não foram transmissíveis. No ano passado, foram 14 casos suspeitos, dos quais 10 foram confirmados.
A Coordenação de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde esclarece que quando um paciente é internado com suspeita de meningite é colocado em um quarto isolado e a assistência é imediata com realização de exame coleta de líquor e demais procedimentos e condutas necessárias para o caso. Visando esclarecer aos profissionais e técnicos em saúde e à população a Secretaria Municipal de Saúde presta as seguintes informações:
           
            SAIBA MAIS SOBRE A MENINGITE
           
            A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como bactérias, vírus e fungos, entre outros, e agentes não infecciosos. Os tipos de meningite viral e bacteriana apresentam algumas diferenças.
“No caso da viral, a doença é um pouco mais branda. Ela ocorre mais em crianças que apresentam sintomas semelhantes aos da gripe e do resfriado. Quando há o diagnóstico de que se trata de uma meningite viral, o paciente é medicado e, então, aguarda-se para que o problema se resolva sozinho”, explica Itana Miranda, da Vigilância Epidemiológica.
Já no caso da bacteriana, o meningococo é transmitido pelas vias áreas. “Os sintomas aparecem bem rápido. São comuns nessa situação: febre alta, mal-estar, vômitos, dor de cabeça e no pescoço. Há também dificuldade para encostar o queixo no peito. Em alguns aparecem manchas vermelhas pelo corpo. O tratamento é hospitalar, com internação e com a administração de antibióticos”, esclarece Itana.
A transmissão é de pessoa a pessoa, por via respiratória, através de gotículas e secreções do nariz e garganta, havendo necessidade de contato prolongado e convivência no mesmo ambiente (residentes da mesma casa, colega de dormitório, creche, alojamento).
           
            PREVENÇÃO

A principal forma de prevenção é a detecção e o tratamento precoce dos casos, evitando-se que a doença seja transmitida a outras pessoas.
Vacinas: estão disponíveis para prevenção das principais causas de meningite bacteriana. As vacinas disponíveis no calendário de vacinação da criança do Programa Nacional de Imunização são:
a) Vacina meningocócica conjugada sorogrupo C: protege contra a Doença Meningocócica causada pelo sorogrupo C;
b) Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite.
c) Pentavalente: protege contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo b, como meningite, e também contra a difteria, tétano, coqueluche e hepatite B.
d) Vacina BCG: protege contra as formas graves da tuberculose e nos casos de meningite.
Outras formas de prevenção incluem: evitar aglomerações, manter os ambientes ventilados e a higiene ambiental. E em contatos de casos de doença meningocócica e meningite por Haemophilus influenzae, está indicada a quimioprofilaxia, no prazo de 48 horas da exposição à fonte de infecção, levando em consideração o tempo de transmissiblidade da doença.

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