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SAS Apoia capacitação dos catadores de recicláveis


Foi realizado nesta quinta- feira (23), mais uma etapa da capacitação 
com os catadores de resíduos sólidos de Itabuna.  O encontro ocorreu no 
“Lixão” da cidade, das 09 horas ao meio dia, com o objetivo de criar bases para 
a implantação de uma cooperativa de reciclagem do lixo doméstico.
A criação da cooperativa é um projeto da Secretaria do Trabalho, 
Emprego, Renda e Esporte da Bahia (Setre), com apoio da Prefeitura Municipal 
de Itabuna, que visa capacitar os catadores de lixo para o trabalho profissional, 
beneficiando famílias que sobrevivem da reciclagem.



O secretário da SAS (Secretaria de Assistência Social) de Itabuna, José 
Carlos Trindade e a equipe do Plantão Social, se fizeram presentes, reforçando 
o apoio prestado pela Prefeitura de Itabuna. Na oportunidade a SAS realizou 
sorteios de cestas básicas, ofertadas pelo Departamento de Proteção Social 
Básica I.


“É um projeto brilhante, pois além de beneficiar a natureza, dignifica o 
trabalho dos catadores, proporcionando melhores condições de trabalho e 
qualidade de vida aos mesmos.” Afirma Trindade.
A análise quantitativa e qualitativa dos resíduos sólidos fica sob a 
responsabilidade do PANGEA (Centro de Estudos Socioambientais), que já 
realizou o estudo gravimétrico dos materiais descartados, com objetivo 
encontrar a solução técnica correta para a reciclagem destes resíduos. Além de 
dispor uma equipe técnica, composta por uma Assistente Social, uma 
economista e uma mobilizadora social, para viabilizar a criação do projeto.
 A Assistente Social Jaciara Lopes, conta que esta capacitação é só 
mais uma das etapas do processo de criação da cooperativa e busca 
esclarecer aos catadores, por exemplo, sobre suas obrigações como 
associado, direitos, documentação necessária entre outros.
“O projeto além de ser muito importante na conservação e manutenção 
do meio ambiente, ele proporcionará uma transformação social, política, 
econômica e produtiva do catador”. Conclui Jaciara.
André Dantas, economista, salientou de quanto uma cooperativa pode 
valorizar o trabalho dos catadores.
“A coleta proveniente do trabalho do catador, quando vendida em 
conjunto, ela ganha escala, preço e provoca uma maior valorização em sua 
comercialização” Diz o economista.

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