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Itabuna corre contra o tempo para alcançar meta de vacinação contra a paralisia infantil


A determinação dos profissionais da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Itabuna em assegurar que o município alcance a meta de cobertura vacinal das crianças menores de cinco anos contra a Poliomielite (paralisia infantil) vem sendo uma verdadeira corrida contra o tempo. Tendo em vista que a Campanha Nacional, iniciada no dia 8 de agosto e encerrada no último dia 9 de setembro, foi prorrogada em todo o País até o próximo dia 30, devido à baixa procura pela vacinação.

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Erradicada no Brasil há quase três décadas, por conta da vacinação em massa da

população infantil, a doença volta ser uma grande ameaça à saúde das crianças devido aos baixos indicadores de imunização registrados nos últimos dois anos. Para ampliar a cobertura vacinal no município, a Secretaria de Saúde de Itabuna está programando para a próxima quarta-feira, 28 de setembro, um Dia de Mobilização Contra a Paralisia Infantil, que acontecerá no saguão da Faculdade UniFTC, localizada na Praça José Bastos, centro da Cidade.

Segundo informou a coordenadora da Rede de Frio da Secretaria de Saúde, enfermeira Camila Brito, para o Dia de Mobilização está sendo levado em conta o levantamento de dados da busca ativa que os Agentes Comunitários de Saúde estão realizando em todas as microáreas do município. “Na próxima segunda-feira, 26, teremos essas informações consolidadas e, além de intensificar as ações em todas as unidades de saúde, realizaremos este dia de mobilização”, justifica.

Camila ressalta que Itabuna até o momento registra um baixíssimo índice de cobertura vacinal contra a Poliomielite, considerando que do total de 9.909 crianças que já deviam estar imunizadas, somente 40% delas (3.963) foram levadas por seus pais e/ou responsáveis às unidades de saúde para a imunização, que consiste apenas em duas gotinhas derramadas diretamente na boca da criança. Além dos baixos índices da Pólio, o município também precisa elevar os indicadores na multivacinação.

“A nossa preocupação, enquanto profissionais de saúde do município, é a mesma compartilhada por autoridades sanitárias, infectologistas e especialistas de todo o País que temem, nas próximas décadas, pela circulação do vírus e o surgimento de casos de paralisia infantil após 30 anos sem nenhum registro no território nacional”, pontua Camila. Ela voltou a chamar à atenção dos pais e responsáveis pelas crianças para que não neguem aos seus filhos o direito à saúde e à vida, assegurados na Constituição Brasileira e no Estatuto da Criança e Adolescente.

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