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16 de Novembro- Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)


A 3ª quarta-feira de novembro é considerada o Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), celebrado neste ano no dia 16 de novembro. O objetivo dessa atuação é aumentar a conscientização, compartilhar conhecimentos e discutir maneiras de reduzir a carga da doença em todo o mundo, sobretudo porque a DPOC continua sendo uma das principais causas de morte em todo o mundo, e portanto, não há momento mais importante para se concentrar na saúde pulmonar.

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No Brasil, a estimativa da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) é de que pelo menos 6 milhões de pessoas têm a DPOC, porém apenas 12% dos casos são diagnosticados, e destes 18% seguem o tratamento médico. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença é a terceira principal causa de morte no mundo, e foi responsável por 3,23 milhões de óbitos em 2019.

 

Segundo o pneumologista e Diretor de Assuntos de Saúde Pública da Associação Bahiana de Medicina (ABM), Dr. Guilhardo Fontes Ribeiro, os sintomas mais comuns da DPOC são falta de ar aos esforços, tosse, expectoração e cansaço, que aparecem quando a inflamação dos brônquios e o excesso de muco dificultam a passagem do ar, causando perda progressiva da função pulmonar.

 

"A DPOC inclui o diagnóstico de bronquite obstrutiva crônica e enfisema. Muitas pessoas têm ambos os distúrbios. A bronquite crônica é definida como tosse que produz escarro repetidamente durante dois anos consecutivos. Quando a bronquite crônica envolve obstrução do fluxo aéreo, ela se qualifica como bronquite obstrutiva crônica", pontua.

 

Quanto ao enfisema, o médico explica que ele é a destruição generalizada e irreversível das paredes alveolares e o alargamento de muitos dos alvéolos. "Essas paredes são as células que suportam os sacos de ar, ou alvéolos, que compõem os pulmões", indica.

 

Fatores de risco

De acordo com o pneumologista, os principais fatores de risco para a DPOC são o tabagismo que leva ao agravamento da asma, restringindo as atividades do indivíduo e contribuindo para a incapacidade, e a queima de biomassa (fogão a lenha, carvão, queimadas).

 

O especialista destaca também que, por se tratar de uma doença crônica, a DPOC deve ser controlada a longo prazo, com medicações de controle, definidas pelo médico mediante a gravidade do caso.

 

"Grande parte dos pacientes tomam remédios que auxiliam na limpeza das vias aéreas, facilitando a respiração, e diminuindo a inflamação ou aumentando o crescimento e a reparação tecidual", enfatiza.

 

"Pessoas que começaram a perder o fôlego ou ficam ofegantes durante um exercício físico, por exemplo, ou que têm tosse repetitiva ou algum histórico de exposição à fumaça, devem fazer a espirometria. O exame é rápido, indolor e não é invasivo", complementa Dr. Guilhardo.

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