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Turistas e baianos contam com a Polícia Militar para circular em segurança na região do Pelourinho


Para garantir mais segurança aos visitantes do Centro Histórico de Salvador, a Polícia Militar da Bahia (PM-BA) mantém diversos policiais atuando na região, que está sob a responsabilidade do 18º Batalhão da PM, contando com um policiamento ostensivo e suporte de bases móveis, posicionadas em locais estratégicos. Além dos 30 novos policiais recém-formados que se juntaram à guarnição, a localidade recebe ainda o reforço do Batalhão Especializado de Polícia Turística, do Esquadrão de Motociclistas Águia e do Batalhão de Polícia de Reforço Operacional.  

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Quem explica como é feita a segurança no Centro Histórico é o coronel Agnaldo Ceita, comandante do 18º Batalhão da PM. São diferentes modalidades, como duplas de policiais militares que circulam a pé, o policiamento motorizado de quatro e de duas rodas, além das três unidades de apoio - Batalhão de Polícia Turística, o Batalhão de Reforço Operacional e o Esquadrão Águia. “Agora houve a recomendação do comandante-geral da PMBA para o aumento do efetivo disponibilizado para a região do Centro Histórico. Além disso, ontem nós recebemos o aporte de 30 policiais militares que são da turma de recém-formados no último dia 17 de abril”, destaca o coronel.  

 


Ceita avalia que a causa das ocorrências registradas no Pelourinho não é a falta de policiamento. “Este é um dos lugares mais bem policiados do Brasil. Este é um comentário feito pelos visitantes de outras regiões. Os delitos que são praticados aqui, muitas vezes por adolescentes, são atos infracionais análogos a crimes e, pelo fato de serem menores, o natural é que eles não respondam por esses atos. Então, geralmente eles retornam à região do Pelourinho”. 



Segundo ele, além do policiamento ostensivo, em parceria com a 1ª Delegacia, tem sido realizado um trabalho de inteligência e investigação. “Estamos investigando as pessoas que fazem os furtos e também os receptadores, porque muitos dos produtos furtados ou roubados aqui na região acabam sendo utilizados como moeda para aquisição de drogas junto aos traficantes”. 

 


As estudantes norueguesas Ragnhild Holm, 21 anos, e Margarete Hovda, chegaram  na terça-feira (25) a Salvador e, nesta quinta (27), visitaram o Centro Histórico pela primeira vez. “Nós vimos a arquitetura histórica dos prédios e igrejas, e nos sentimos seguras o tempo todo”, afirmou Ragnhild. A aposentada Sheila Ciatti faz parte de um o grupo de oito senhoras, da cidade de Santo Ângelo das Missões, no Rio Grande do Sul, que costuma vir a Salvador e visitar o Pelourinho. “Vimos bastante policiamento e achamos que está bem mais tranquilo. Mesmo assim, não deixamos de ter cuidado sempre”.  

 


Todos os dias, grupos de turistas conhecem um pouquinho da história da Bahia e do Brasil. E ninguém melhor do que os guias de turismo, como Ana Paula Santos, para contar um pouco da rotina da região.  “A gente conta também com a segurança do Centro Histórico, com policiais sempre fazendo a ronda. Temos um grupo de WhatsApp, através do qual a gente aciona a Polícia Militar para acompanhar os nossos grupos de turistas, muito bem orientados pelos profissionais do turismo, pelos guias”. 

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