Fizemos a cirurgia de doação e enviamos para Central de Transplante, em Salvador”, conta a coordenadora da Equipe de Doação de Órgãos para transplantes- e-DOT da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, enfermeira Patrícia Betyar. De acordo com dados atualizados em novembro do ano passado pela Secretaria de Saúde da Bahia, havia 1.623 pessoas esperando doação de córneas no estado. O número de pacientes na fila de espera só era superado pelos que aguardavam o transplante de rim. Eram 2.168 esperando pelo transplante renal. Além disso, havia 65 pacientes precisando de um fígado e 7 de um coração.
Patrícia Betyar explica que o processo para a doação de órgãos é muito sensível e envolve multiprofissionais da OPO e da própria Instituição, mas no sul da Bahia torna-se ainda mais raro quando o paciente é criança. Foi a segunda captação no Manoel Novaes desde 2016. “Estamos agradecidos à família do doador pelo gesto de solidariedade e amor ao próximo”, diz.





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