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Prefeitura de Itabuna realiza treinamento sobre “Ovitrampas” para os Agentes de Combate às Endemias


A Prefeitura de Itabuna, por meio da Divisão de Combate às Endemias da Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, nesta quarta e quinta-feira, dias 14 e 15, realiza um treinamento para as equipes de Agentes de Endemias com foco na instalação de “Ovitrampas”, armadilhas simples usadas para a captura de ovos do mosquito Aedes aegypti, visando o controle do vetor transmissor da dengue, Chikungunya e Zika Vírus.  Nesse primeiro momento, o treinamento da Divisão vinculada ao Departamento de Vigilância em foi direcionado aos supervisores de área para que tenham domínio sobre a maneira de instalação, monitoramento, coleta e interpretação de dados do Ovitrampas.

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“Com essa estratégia será possível monitorar a presença do mosquito, assim como avaliar o risco de infestação e apoiar decisões de controle”, esclarece a coordenadora de Combate às Endemias, Lucimar Ribeiro.

Vale ressaltar que essa estratégia de combate à proliferação do ao Aedes aegypti é uma orientação do Ministério da Saúde, em nível nacional.

“Com esta técnica, as equipes de Agentes de Combate às Endemias depositam armadilhas compostas por um recipiente de plástico preto com um pedaço de Eucatex, no seu interior, para coletar os ovos do mosquito”, explica Lucimar Ribeiro.

A expectativa, de acordo om a coordenadora de Endemias, é que as armadilhas sejam instaladas na primeira semana de fevereiro. Para isso, um trabalho de estratificação foi realizado com o objetivo de identificar os primeiros sete bairros que serão beneficiados.

São eles: Sarinha Alcântara, São Caetano, Mangabinha, Fátima, Castália e Sinval Palmeira, além do Centro. A partir daí, gradativamente, avançaremos para outras localidades”, informa.

Em todo o município serão instaladas 317 armadilhas Ovitrampas, quantidade definida pelo Ministério da Saúde, seguindo parâmetros do número de habitantes.  “Será um trabalho contínuo durante todo o ano. A cada cinco dias, os supervisores retornam ao local para recolher as armadilhas e instalar outra”, encerra Lucimar Ribeiro.

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