Na manhã desta quinta-feira, dia 23, pessoas em situação de rua atendidas pela Prefeitura de Itabuna, através do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP), vinculado à Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), participaram de uma Oficina de Emoções, na unidade localizada no Jardim Grapiúna. A oficina foi realizada pela psicóloga Joelma Gonçalves, gerente adjunta da Divisão de Políticas sobre Drogas. A atividade contou com emojis de “emoção” e “tristeza”, estimulando aos atendidos na unidade que falassem sobre como é o dia a dia de quem vive nas ruas. (Saiba Tudo, Click no Ícone Abaixo)
“O objetivo da oficina é trabalhar o resgate e a essência dessas pessoas enquanto seres. Falar da importância da família e do pertencimento à sociedade”, explicou a psicóloga.
A Divisão de Política Sobre Drogas faz parte da Diretoria de Direitos Humanos que integra a Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza. Joelma disse que as palestras foram definidas no projeto anual entregue esse ano. “Vamos realizar encontros também no POP Acolhimento, nas unidades do CRAS, no CREAS, em postos de saúde e nas escolas. Nós vamos, onde for necessário”, falou. A psicóloga também ministrou uma palestra sobre “Emoções, Resgate e Auto- Estima” com foco na reabilitação de drogas.
Para a diretora do Centro POP, Andreia Nogueira, ações como esta ajudam na parte lúdica e na ressocialização de quem vive nas ruas. “A longo prazo eles têm consciência do que querem, do que prejudica e começam a se afastar do que faz mal”, avalia.
No Centro POP quem vive em situação de rua faz higiene pessoal, recebe alimentação a partir das 8 horas (toma café da manhã), almoça, participa de palestras, oficinas e treinamentos. O trabalho segue até as 16 horas, diariamente, durante a semana. “Essas atividades são realizadas por técnicos da unidade e convidados. As pessoas em situação de rua são encaminhadas para outros equipamentos da rede socioassistencial. Nós temos essa dinâmica de reinserir as pessoas em seus direitos”, disse Andreia Nogueira.
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