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BAHIA.POLÍCIA MATANDO POLÍCIA

A SEGURANÇA PÚBLICA NA BAHIA.
É traficante matando viciados,bandidos aterrorizando a população,assassinatos todos os dias em toda Bahia e agora policiais bandidos atacando a própria polícia.
Enquanto isso o governador diz que sente muito.
Se esse dinheiro que é gasto em propagandas eleitoreiras,fosse aplicado na estruturação da segurança,as coisas poderiam ser bem diferente.


A INSEGURANÇA NA BAHIA,É TÃO GRANDE,QUE NEM DELEGADO ESCAPA.

As polícias Civil e Militar estão na região de Camaçari procurando os bandidos que mataram na manhã desta quarta-feira (26) o delegado titular do município, Clayton Leão Chaves. O policial foi atingido no momento em que concedia uma entrevista por telefone a uma emissora de rádio local. Leão chegou a ser levado ao Hospital Geral de Camaçari, mas não resistiu aos ferimentos.

Fazem parte da operação policiais da Coordenação de Operações Especiais (COE) da Polícia Civil, do Grupamento Aéreo da Polícia Militar, da Delegacia de Homicídios, da Superintendência de Inteligência da SSP, dentre outras unidades. O delegado-geral da Polícia Civil, Joselito Bispo, está coordenando as investigações. Informações sobre o crime podem ser enviadas para o Disque-Denúncia da SSP (73-3235-0000).

Informações divulgadas pelo programa Se Liga Bocão, apresentado por Zé Eduardo na TV Itapoan, apontam que um policial militar teria sido o autor dos três tiros que mataram o delegado Clayton Leão, 33, nesta manhã, em Camaçari, na região metropolitana de Salvador.

O autor dos disparos, segundo o programa televisivo, seria sargento da PM e está sob investigação por seu envolvimento com o tráfico de drogas. Emissoras de televisão e rádio reproduzem, a todo momento, áudio com os momentos de horror vividos na estrada da Cascalheira, em Camaçari, nesta manhã.

Clayton Leão foi assassinado enquanto concedia entrevista à Líder FM, de Camaçari. Quatro homens fecharam o carro do delegado, que encontrava-se estacionado, e efetuaram os disparos. Os marginais estavam num carro branco, de placas vermelhas.

O delegado começava a falar das investigações do “Caso Glauber”, quando percebeu a aproximação e ficou sob a mira de uma arma. Antes dos disparos fatais, ele ainda pediu clemência: “peraí, peraí”. Clayton estava acompanhado da esposa, de nome não divulgado. Ela não foi atingida pelos disparos. O policial levava a esposa para o trabalho

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