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Itabuna investe em mobilização da comunidade contra a dengue


A Prefeitura de Itabuna estará promovendo, através
da Secretaria Municipal da Saúde, em conjunto com a
Secretaria de Saúde do Estado da Bahia –Sesab- e a
Fundação Luís Eduardo Magalhães –Flem-, um Seminário
de Sensibilização e Mobilização Social para a Prevenção e
Controle da Dengue, no dia 1º de dezembro, no auditório
da FTC.

Segundo o coordenador do evento, Florentino Souza
Filho, a idéia é articular as ações do poder público com a
sociedade civil organizada para evitar que se repita, no
próximo ano, a epidemia registrada em 2009. Do evento
participam técnicos, profissionais da saúde, lideranças
comunitárias e representantes das diversas instituições.
A programação começa às 8 horas da manhã, com
uma entrevista coletiva de representantes da SMS, Sesab
e Flem, seguida de uma visita aos 10 bairros com maior
índice de infestação e onde serão centradas as ações
iniciais de mobilização comunitária.

No período da tarde serão realizadas palestras e
painéis, com a apresentação do plano estratégico de
combate e prevenção da dengue em Itabuna. Até a 46ª
semana deste ano foram registrados 970 casos suspeitos
de dengue clássico, dos quais 377 descartados, sem
registro de nenhum óbito.
Um outro dado importante é que entre 201 amostras
coletadas para exames laboratoriais 29 foram considerados
reagentes, o que representa uma confirmação de apenas
14%.
Índice de infestação predial
O último relatório do Levantamento Rápido do Índice
de Infestação de Aedes Aegypti (Liraa) revela, segundo o
coordenador de Endemias, Sandovaldo de Menezes, um
índice de infestação predial de 9,1%,

considerado de alto risco.
O relatório mostra ainda, que 53,6% dos criadouros
de mosquito estão em tanques e depósitos ao nível do solo,
19,1% em depósitos móveis – vasos e pratos, frascos com
plantas, bebedouros de animais e outros recipientes - e
16,6% em depósitos elevados ligados à rede.
Vale salientar que 5,0% dos focos estão em depósitos
de lixo; 4,6% em depósitos fixos – lages, calhas, ralos e
sanitários em desuso; 0,7% em depósitos naturais, ou seja,
buracos de arvores, bromélias e outras plantas e 0,5% em
pneus e outros materiais rodantes.
Sandovaldo Menezes atribui o baixo índice de
infestação do mosquito em pneus ao trabalho realizado ao
longo dos últimos meses com a retirada de circulação de
28 mil pneus para reciclagem, existindo outras sete mil
unidades necessitando de descarte.

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