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A SMS de Itabuna- Identificou mais de 80 casos do LER/DORT ano passado

O Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador de Itabuna (CEREST) notificou 82 trabalhadores com Lesão por Esforço Repetitivo (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados  ao Trabalho ( DORT).
Essas doenças ocupacionais e os problemas que causam às pessoas foram debatidos na terça-feira, dia 28, no auditório da Secretaria Municipal de Saúde, pelo transcurso do Dia Mundial de Prevenção à LER/DORT, O encontro foi realizado pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do  Trabalho (SESMT) e  reuniu profissionais de várias unidades da Prefeitura de Itabuna. 

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O enfermeiro Alex Oliveira alertou para os sintomas das lesões, entre elas, nos membros superiores, formigamento, perda de força muscular, câimbra e fadiga.

O problema relativo às doenças ocupacionais são enfermidades ocupacionais que mais acometem os brasileiros, principalmente os ativos economicamente. Afetam principalmente quem trabalha com digitação. “Medidas como ajustar a cadeira e o computador a uma altura adequada, ajudam a amenizar o problema”, disse o enfermeiro.
 
O afastamento por LER/DORT, é cada dia mais comum. De acordo com  o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), três milhões de pessoas por ano no Brasil são acometidas pelas doenças ocupacionais. “O problema muitas vezes é negligenciado”, pondera Alex.

O CEREST é o órgão fiscalizador das atividades laborativas, com abrangência em 21 municípios, o órgão presta assistência em consultório a trabalhadores que sofreram acidentes ou doenças ocupacionais.

A fisioterapeuta do CEREST, Maria Marta Oliveira, destaca que muitos casos são subnotificados. “É fundamental identificar a LER e notificar, pois os registros são transformados em políticas públicas”, alerta.

Ela reforça que as empresas precisam fiscalizar também os colaboradores quanto ao uso de Equipamentos de Proteção Individual ( EPIs). “ É da incumbência da empresa fiscalizar esse uso e garantir que o trabalhador estará sempre protegido. Trabalho deve ser motivo de saúde e não de doença” finalizou Marta.

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