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Cia Grigi, a Trupe da Biblioteca Itinerante completa 30 anos de história.


Há três décadas uma das companhias de teatro mais tradicionais de Itabuna, a Cia Grigri, a Trupe da Biblioteca Itinerante, surgiu com um projeto bem inusitado para a época. Atualmente, o grupo conta com quatro membros que são professores da Rede Municipal de Ensino, da Secretaria Municipal da Educação: Márcia de Meneses, Amélia Passos, Fredson Silva e Débora Cardoso. “Além de professores, também somos atrizes e atores que decidiram se unir para executar um projeto que tem como foco educar crianças e adolescentes da Rede Municipal de Ensino por meio da arte de contar histórias”, 

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explica Amélia Passos, uma das fundadoras do grupo. E quando se fala em educar, logo vem a curiosidade sobre a origem do nome “Grigri”.

 


“Esse nome foi escolhido com muito carinho porque significa ‘pessoas portadoras de poderes mágicos”, completa Márcia de Meneses. Ao longo dos anos foram cerca de 90 montagens apresentadas em escolas e também em eventos da Prefeitura de Itabuna. “Nossas peças são adaptadas, mas também temos temas de nossa criação, sempre com foco no educacional, porque nosso foco é a sala de aula e não trabalho recreativo”, ressalta Márcia.



 

Ainda de acordo com Márcia, as apresentações ocorrem durante todo o ano todo nas escolas da Rede Municipal de Ensino, seja na zona urbana e também de campo. Entre os espetáculos que merecem destaque estão “João e Maria”, que foi produzido em 2009 e rendeu destaque inclusive no 2º Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana.

 

Já em 2011, a peça “Lampião, com esse pecado não!” foi selecionada pelo edital Verão Cênico 2011 da Fundação Cultural da Bahia (FUNCEB). “Esses foram alguns dos nossos trabalhos que foram destaque fora da nossa cidade”, explica Márcia de Meneses.

 

Ela informou que atualmente a Trupe está circulando com a contação das histórias “Foge Tatu (Mary França e Eliardo França) e Catarina Cata-Treco (Loressa Campostrini).

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