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I Fórum de Economia Circular reunirá na Bahia especialistas para debater gestão de resíduos sólidos

Com o compromisso de medição de carbono e gestão de resíduos sólidos, a Bahia está pronta para receber, nos dias 23, 24 e 25 de novembro, o I Fórum Nordeste de Economia Circular (FNEC). O evento irá reunir mais de 150 especialistas, entre nomes internacionais, e 130 horas de conteúdos de extrema relevância para debater soluções e expor iniciativas alinhadas com o compromisso de proteger e salvaguardar a saúde do planeta Terra. A participação será gratuita e irá ocupar espaços de importância histórica e cultural da cidade, como o Museu de Arte da Bahia (MAB), Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC), 

(Saiba Tudo, Click no Ícone Abaixo)



Museu Carlos Costa Pinto, Museu Geológico e Saladearte Cinema do Museu. Para garantir a participação no evento, basta clicar no link:  https://abrir.link/Oj61R. A entrada é gratuita. Com apresentação do Governo do Estado da Bahia, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), do movimento Reinventando Futuros e realização do Instituto IDI, o FNEC é o primeiro fórum de Economia Circular do Brasil, e traz no seu formato a motivação de encorajar os participantes a se tornarem ativistas pela transformação do sistema mundial de produção, contribuindo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).


Programação
Os primeiros detalhes da programação, que acontecerá de forma paralela em quatro diferentes espaços, somando mais de 130 horas de conteúdo, já podem ser acessados no site: Programação – Fórum Nordeste de Economia Circular (nordesteeconomiacircular.com.br). Trazendo todos os pilares do tema mais atual, preocupação de grandes empresas e stakeholders ultimamente, o ESG virá em diversos formatos de conteúdo, trazendo seus grandes representantes nacionais para discutir as diferentes abordagem da famosa sigla que pauta sustentabilidade, responsabilidade social e governança.





O FNEC será marcado por nomes que hoje estão à frente de assuntos globais que pensam o futuro do planeta, grandes representatividades nordestinas, creators e influencers, que levam pautas importantes para o digital e muita diversidade. Entre os palestrantes que apresentarão todo conhecimento, estão: Kamila Camilo, preta e criadora da academycreator, Lala Deheinzelin, pioneira em economia criativa no Brasil, Amanda Costa, embaixadora da ONU, liderança jovem, ativista, preta, Marcelo Ziggy, afrodeficiente, Leonice Brasil, Rainha da Sucata, catadora influenciadora de Camaçari, Ubiraci Pataxó, terapeuta comunitário dos povos originários e André Carvalhal, escritor e especialista em designer para sustentabilidade já estão confirmados para participarem do evento.

O FNEC dará ao público oportunidade de vivenciar projetos e experiências que poderão ser aplicados, na prática, sob a ótica dos conceitos estratégicos da Economia Circular. Debates como: Educação Circular: Preparando a atual Geração para um Futuro mais Sustentável, A capacidade de transformar a escassez em criatividade sempre presente na história brasileira, Política Nacional dos Resíduos Sólidos: panorama no cenário nordestino, Economia Circular: Uma Ferramenta Vital na Luta Contra as Mudanças Climáticas, Governança Global e regimes internacionais para a circularidade, Sustentabilidade 360: Integrando Meio Ambiente e Negócios, entre outros temas.

Quem faz o FNEC

Resultado de uma curadoria costurada de forma colaborativa, que constrói uma programação diversa, aberta e multigeracional, o FNEC reunirá mais de 150 especialistas e conta com apoio e parcerias, como o Consórcio Nordeste, Movimento Circular, Ideia Circular, Salvador Bahia Airport e Exchange 4Change e Banco Nordeste com o Prodeter (Programa de Desenvolvimento Territorial), trazendo a potência da criatividade como principal bandeira aceleradora dessa transição de olhares e ações da economia.

É compromisso do FNEC ampliar os debates da Economia Circular envolvendo Ciência e Educação, através da parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e, especialmente, as articulações do Professor Heraldo Peixoto com a UNESCO SOST e seus representantes de Barcelona e Medellín. Como iniciativa do fórum, foi criado um Comitê de Inclusão e Diversidade tendo como objetivo uma governança transparente, reunindo nomes como Marcelo Ziggy, afrodeficiente e mestre de cerimônias, Priscilla Arantes, fundadora do Instituto Afroella e a Verinha Santana, diretora artística do FNEC.

Com base no questionamento coletivo do Movimento Reinventando Futuros: "Se não agora, quando?", o evento nasce com a proposta de ser um encontro anual para promoção de ambientes discursivos e criativos, entrelaçando os poderes público, privado, comunitário e acadêmico, com o apoio de players nacionais e especialistas comprometidos em ampliar a estratégia de sensibilização das lideranças políticas para as urgências dos impactos globais.

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